sábado, 29 de setembro de 2018

Um dia na praça.

De manhã:

   Felicidade é algo que se sente com um aperto no coração. Tem tanta gente na praça de manhã. O que estão fazendo? O que pensam? Pensam? É, pensam. Vejo os andantes falarem sobre política, vazios, não muito diferente das barrigas estufadas na casa da minha avó.
   
   Imagino comigo ''Oi moça, tudo bem?''.
   E ela já se foi, mas deixou um poema.

   O problema no mundo não é sua falta de avanço, mas sim, sua desigualdade.
   Uma dupla de amidos se senta na praça. Lá vem o homem com aspirador de folhas.
   Uma escola tão cara... Deveria mesmo aproveitar isso? Quanto mais isso vai durar? A vida de pessoas virou estatística de marketing! Terrível!
   
   Todos estão na escola agora, eu deveria estar também?
   Por que é tão cedo? Por que é tão caro e necessário?
   Um moço acaba de se deitar num banco de praça, estou feliz.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

   Coisas a fazer.

   Sempre gostamos de pensar que somos pessoas livres, que tomamos nossas próprias decisões, mas se formos analisar a fundo - perguntando: ''Por que?'', ''porque?'', ''porque?''...'' - vamos notar que inúmeras coisas de que fazemos normalmente não é porque chegamos na conclusão que fará bem para nós, e sim porque alguém disse (e ninguém sabe ao certo quem) que faria.
   Está fazendo?
   
   Hoje como sempre, menti a mim mesmo dizendo ''ah.. vou na segunda aula'', até me dar conta que o horário do ônibus estava encima da hora e jogar tudo para o ar, mas hoje, provavelmente com algum milagre misterioso, ousei sair da cama! E mais! Minha mão foi guiada para pesquisar em meu celular o horário do ônibus também. Eu sei, também não consigo acreditar no que escrevo.
   Tomei uma vitamina de saquinho que havia na geladeira, fazendo com que meu estômago vazio parecesse mais vazio como se abrisse mais espaço dentro dele, reguei as plantinhas, admirando lentamente os meus pés de pimenta*, finalmente aprendi a mexer com plantas de pouca água. Desci muito animado, descendo dois degraus de cada vez os três lances de escada do meu prédio, subi a longa e íngreme rua de minha casa até o ponto de ônibus, que é depois de uma subida mais íngreme ainda até ver a merd@ do ônibus passando a 40 metros de mim (ainda bem que ônibus não são telepáticos!). ''Paciência!'' pensei da forma mais raivosa possível.
   Mas claro que não demonstrei isso, pois ninguém é obrigado a saber de nossas desgraças pessoais. E você, caro leitor ou leitora que está lendo isso, está consciente que vai aprender algo com isso, pois um dia sem aprender nada é um dia batido. Não o abata, ele não volta. Não matem seus dias. 
   DE REPENTE coloco o fone-de-ouvido, apenas com um chiado sem sentido (ou não?) e rodando tentando fazer o som sair... eis que ele sai... bem no refrão da música... arrepio...**. É como se a pessoa cantando estivesse em uma orelha, em muitas orelhas ao mesmo tempo, ignorando as regras desta dimensão e estando ao mesmo lugar em tempos diferentes em vários lugares. Cativante.
   Fazer o que se gosta é balançar a cabeça sem se importar se alguém está vendo.
   Estar bem é fechar os olhos sem desconfiar que algo vai acontecer com você.
   Estar bem é apenas observar o mundo de outra pessoa, admira-lo e não ter a necessidade de estar lá.
   Ir para Marte é uma boa idéia? Até onde querer saber é saudável? Ir além?
   E quando não existirem mais perguntas?
  
   ...

   A música está ótima. Me imagino descontraindo as pálpebras, acordando de manhã, vendo o sol. Imagino que o sol está me vendo também. O que será que ele pensa sobre mim? Bem... não importa. Oque realmente importa? Existem algumas coisas que são tão difíceis de pensar que desistimos - e isso pode até nos chatear - então vamos fazer uma lista de o que seria algo importante.
1- Imaginar (Pois só imaginando podemos ver o mundo a nossa volta. O que vemos não é nada mais do que memórias assimiladas, se você nunca viu, nunca pode imaginar, tente[Se conseguir, me mostre essa técnica!]).
2- Olhar (Pois apenas olhando podemos imaginar ([a não ser que você use a sua técnica que ainda não sei qual é]), e imaginando, podemos ver quer somos, onde vivemos, o que queremos, e principalmente, como isso.
...
   Bem, quem sabe me venha mais idéias de repente.
   ''Para fazer algo bonito, se precisa esquecer que já se fez algo feio''. Se eu pudesse escolher qualquer presente de aniversário, pediria uma cor nova, uma cor que nunca vi. E se eu pudesse ir para qualquer lugar do mundo? Duas respostas: Fortaleza e Buenos Aires.

   Continuando a história. Me sentei na calçada e comecei a ler um livro que coloquei dentro da mochila antes de dormir para não esquecer. 50 mentes que ajudaram a fazer o mundo moderno, algo assim, foi muito interessante, até. Aí o ônibus chegou. Parou. Abriu. Fechou. Acelerou. Foi. E eu lá.
Quando fui chegando próximo ao ponto de ônibus da escola, comecei a pensar ''Será que vale a pena eu chegar na terceira aula e correr o risco de não aprender nada relevante como nos outros dias?''.
   Me peguei pensando por um momento...
   No banco que ia me sentar na praça, claro.
   Desci do ônibus e fui para uma linda praça, onde ouvi o guerreiro. Não tinha me lembrado dele. Estava com um sorriso muito contente, feliz como graduado com primeiro pagamento. Estava tão contente que suspirava de alegria com um sorriso, olhando indiscretamente para os tarados da praça sempre de plantão (imagino que também graduados [nisso?]).
   Fui ao banheiro da praça, notei que o pessoal de lá não lavava muito as mãos, então já que estava com uma caneta no bolso escrevi na parede em frente a torneira quando ninguém estava vendo: ''Lave as mãos'', singelo, sutil e prático. E ilegal, imagino.
   Fui ao ponto de ônibus, já que não havia muito o que fazer, fiquei mexendo no celular por quase duas horas procurando alguém para conversar. E achei. Até achei alguém para enviar por correio o 50 mentes que mudaram a não sei o que moderna, quando acabar.
   Peguei um ônibus... fui para a grande biblioteca de agronomia e pesquisei 3 livros sobre plantas, claro. Foi muito interessante, o terceiro livro era em inglês. Sabia que matéria orgânica em excesso pode ser ruim?
   A cada dia que não vou à escola fico mais inteligente... mas isso não importa. Se eu tiver 15 diplomas em uma parede, ou se morasse debaixo (ou encima, para variar) de uma ponte, seria o mesmo; e se não parecesse o mesmo, eu estaria enganando a mim mesmo, querendo ou não. O que varia de uma pessoa para outra não é o que ela parece ser, e sim suas lembranças. E isso não se sabe.
   Alguns pessimistas (ou não) acham que humanos são como formigas, não sei se formigas tem sua própria personalidade, mas vamos imaginar que não. Somos um bolo de memórias, guardadas em algum lugar. E isso é o que nos torna especiais.
   Quando você estiver se sentindo indiferente em relação ao universo (e realmente você é), imagine que você é único pelo simples fato de imaginar isso, você busca algo a mais, e quem quer algo a mais, no mínimo é alguém especial. O importante é ser importante para si próprio, a partir disso, podemos valorizar verdadeiramente tudo a nossa volta.


*Fui à um sítio com meu pai esses tempos pra cá e peguei uma pimenta. As tirei as sementes e as plantei... bem... nasceram. 
**AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHH.


   Olhe quantos postes na rua!
   Com eles, somos um céu estrelado a noite
   E de dia, uma estrela azul
   Ao mesmo tempo.
   No mesmo lugar.








   Uma coisa bonita é uma alegria eterna.

domingo, 23 de setembro de 2018

   O primeiro diário

   Que linda noite gostosa... meia noite e meia... domingo... e um fenomenal desinteresse escolástico. Dormir? É de comer? Já faz um tempo, que eu gosto de marcar uma época, comecei então a dactilografar. o que é bem divertido, arranjei uma máquina de escrever e mandei bala. Aqui está a primeira carta (escrevi sentado no sofá vendo ''casos de família'', com minha mãe, para os curiosos que gostam de imaginar com detalhes), está meio mal escrita e sem nexo, mas nada. Vou postar todos os meus diários aqui. Estão todos em pilhas de papel em algum lugar. P.s: A máquina de escrever não perdoa erros de ortografia.

   "As aventuras de um dia anterior.     -Fabiano Figueira
   Ontem eu queria uma máquina de escrever, aliás, havi
a muito tempo que eu queria uma, sempre gostei dos livr
os da Maryan Keyes e ela me inspirou muito, talvez eu q
ueira ser um pouco como ela. Mas, se ficar lendo livros
do tamanho de uma caixa de sapato podem ensinar, é que 
você tem que pensar por você mesmo, quando se lê um liv
ro, não é só a história que passa na nossa cabeça, mas
tudo o que pode ser importante em nosa vida, problemas
com os amigos, com a família, até com você mesmo*. algum
as pessoas são muito problemáticas internamente, algumas,
praticamente cultivam dentro de sim, mas cada pessoa faz
o que faz bem para elas, todo mundo, de certa form
a, o que faz bem, e o que faz mal, o peito, representado pel
o LEÃO raramente se engana, ele aperta o peito com
uma honestidade convicta. Ele avisa, confie.
   Hoje, meu despertador me acordou as seis horas da ma
nhã, e sem querer -juro**- acabei dormindo denovo, Pensei
: Vou na segunda aula. Até que chegou a hora da segunda 
aula, e tive um sonho estranho, com escorpiões, mas qua
ndo acordei era tarde demais, não morri com ele
s, era muito tarde, pensei ''Paciência''. Peguei o ônibus
para o centro ignorando todas as minhas responsabilidade
s. Acho que sou melhor com textos curtos. Eu devia escr
ecer uma história?...Sim, eu deveria. Para quem? Para a
única coisa que temos sempre com a gente, EU. Seria ego
centrismo° Fazer algo assim para si próprio? Oh meu Deu
s, achei um amigo? Talvês seja meu corpo cheio de cafeí
na, mas acho que sim acredito que eu tenha um os a minha mensagem, ma
s para que ALGO precisa durar tanto afinal? Memórias só
são necessárias para as pessoas, não para o mundo em si
e as pessoas vivem no mundo, mas com os conhecimentos d
as pessoas que já viveram... Seria então bacana deixar
para as futuras gerações conhecimentos? Qualquer conhec
imentos? Algumas pessoas vivem para dar conhecimentos p
ara os outros, certas pessoas só vivem, talvêx seria um
a boa achar um equilíbrio entre isso, para a vida ão p
assar em vão, dentro de bibliotecas, e nem vagabundeand
o por aí com ar dentro da cabeça. O necessário, apenas
o necessário. As vezes o suficiente é bom já que está b
em no meio destas duas coisas. O equilíbrio entre o ódi
o e uma paixão, entre um carinho e um soco, entre o che
io e o oco. Talvêz a vida seja ficar no quilíbrio, Mas
até eu descobrir -pelo menos descobrir para mim- ainda
muito papel vai ser batido aqui. O sol vai aparecer mui
tas vezes, muitos vendedores serão ignorados, muitos se
rão sortudos, muitas pessoas vão cortar o cabelo, muito
s alunos vão sair de escola, sem rumo na cidade, em bus
de ir embora para casa dormir para outro dia de aula, m
uitos médicos vão ver a porta do prornto- atendimento a
brir com uma história nova por vez. Enquanto todas essa
s coisas acontecem, enquanto vou acabar este último ano
de escola, matar aulas muitas vezes, tirar boas notas p
ara eu nem sem direito porque, e ir ser feliz... melhor
que isso, vou ser feliz agora! Ser feliz, pela lógica d
o leão é não deixar que o peito aperte, bem, acho que d
a para melhorar esta frase, analizar muito bem o que fa
z apertar, as vezes, os problemas podem ser resolvi
dos, e o aperto pode virar o contrário. As vezes, realm
entre, precisamos nos afastar de algo, afinal o leão de
outra pessoa pode ser diferente do nosso. Fazer e desco
brir tudo para fazer o nosso leão saudável e peludão. : ) 


*Por Deus, eu falava tanto ''Para você mesmo'', que eu deveria dar um soco em eu mesmo!
**Juro nada.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

   ''Sou um guerreiro''.

   Diário de um dia matando aula.

   Muitas vezes, apesar de aprendermos algumas coisas na escola, queremos mudar a rotina, já que vemos muitas outras coisas do lado de fora. Com um pouco de ousadia, mas nem muita, podemos sentir coisas maravilhosas. Aqui está como foi um dia ótimo fora da aula.
P.S: Foi um dia de muito aprendizado.


   ''Andei um pouco cansado hoje e tomei um banho (já que não tinha tomado ontem), o tempo passou e quando saí e olhei o relógio, o ônibus já tinha passado havia algum tempo. Sabendo que não tinha o que fazer, preguiçosamente coloquei uma roupa normal e saí de manhã. Fui à Adriana flores, onde comprei uma flor vermelha muito bonita sem pensar muito. No começo achei que ela seria um estorvo carrega-la, mas depois vi que seria uma ótima companhia, e ela é*. O vendedor dela não se expressava muito bem, era contido demais, mas deve ser bom com as plantas que tanto gostam de silêncio, tanto que compartilham isso com todos que as reparam.
   Dois reais pagos, seguro a sacola de plástico verde com um cheiro forte com as duas mãos cuidadosamente, de uma maneira que parece que é muito pesado. Sou um cara grande, imagino, e o modo como estou vestido - algo como ''não fale comigo'' - e o fato de carregar uma flor assim é algo muito bonito de se ver, algo como um trator regando um canteiro numa sacada, digamos. Continuo a andar para o ponto de ônibus, sento, e coloco a flor no chão. Está ventando, então estico a perna esquerda e apoio a alegre plantinha. Está segura.   Escuto um som estranho entre as músicas aleatórias (que já tinha decorado a ordem, de tanto usar esse modo) em meu fone-de-ouvido, olho para o lado e vejo que uma mulher falou comigo - desgraçada! - e tiro a minha música um pouco, Me senti animado e descontraído e então falei gesticulando qualquer bobagem sobre o horário dos ônibus. duas músicas depois, o ônibus chega. Bem, não ''o'' ônibus, nunca havia o pego, nas ele fêz o mesmo caminho dos outros que eu pego, por sorte. Dei um sorriso sem dentes para o motorista e girei a catraca sem dar bola em também cumprimentar a cobradora. irei com força, mas lentamente um banco declinável para o pessoal de muleta e ali fiquei, do lado de uma moça que parecia estar bem de pé.   Não reparei muito na paisagem. Desci num ponto perto do mercado Jaú para ver se o sebo Avalon estava aberto, não estava, e fui em direção à loja onde revelam e compro meus rolos de filme. A esquerda, caso você goste de se localizar mentalmente.   Enquanto passava em frente da praça do paratodos, em reforma, um homem bem vestido porém meio rude veio falar comigo. Ando devagar, então só não puxa assunto que não quer. ''Que flor bonita!'' ele disse, ou algo assim. ''Obrigado'', disse alegre mas neutro, como sou com qualquer estranho, com um sorriso coberto. ''Vai plantar onde?''. ''Lá em casa''. ''Isso dá fruta?''. ''Não, é só flor''. ''Tem que ter massa o fruto, hein? Faz bem!'' disse ele de forma pedagógica. Neste momento fiquei em duvida se ele era louco, ou se eu era (ou menos parecia), isso me vem em mente as vezes, mas não muito. Comprei o rolo de filme por 18R$, o que não é a coisa mais barata do mundo, mas existem coisas que simplesmente valem a pena. Gosto daquele senhor que trabalha nesta loja de fotografia, voltarei mais vezes. Volto a andar na rua principal. Gosto da minha cidade, onde não tem gente demais e nem gente de menos. Dá para conhecer muita gente boa. Chego na praça do bosque.   Vou subindo.    Ainda subindo (é uma praça grande) vou procurando um lugar bonito para eu e minha flor passarmos o tempo, vejo acima um lugar que se pode ver a praça bem pela metade. Avisto um homem tocando pandeiro sem um ritmo mais acima. Subo as escadas pelo meio lentamente levando minha mochila vazia de apostilas, apenas com um caderno, um estojo e o entulho habitual. Encontrei mais tarde também o meu relógio de bolso por lá. Ainda não tinha sentido falta dele.   Sentei. Acomodei a flor. Larguei a mochila. Peguei meu caderno para escrever, ainda com o caderno fechado, olho as árvores balançarem como acenos. ''Ainda estou aqui!'' elas dizem sem poder falar. As maiores com mais de 200 anos, com uma colméia de abelha igualmente enorme, a uns vinte metros de altura.   De repente começo a escutar um canto/berro sendo feito por um homem, a minha direita, descendo as escadas. Um canto/berro sem qualidade quase, mas para ele (imagino) estava ótimo. Como um filme antigo feito com paixões intensas, mas sem instrumentos para executar muito bons, apenas os olhos mais profundos conseguem sentir este desejo, e este desejo cativa, e muito. Ele gritava ''Sou um guerreiro!''. O corpo gordinho do moço barbudo vai descendo a praça sozinho e espalhando seu som com uma força grande que ecoava nas árvores, no vento e nas casas.   E eu ali tive uma visão privilegiada de tudo, o show que durou uns 20 segundos mas que jamais irei esquecer, não sei bem porque, mas jamais. Espero falar com ele um dia, ou quem sabe falar como ele.   Minha flor está alegre ainda, o dia nublado está a alimentando,as vezes as gotas da fonte da praça voam até ela e ela se agrada, espero. As crianças que perto de meu bando brincavam, agora foram embora, agora ali perto há dois estudantes a conversar. Como é bonita a praça com seu ar acolhedor e indiferente para idas e vindas.''
*Olho para minha flor neste momento.

   Sou um jovem do interior de São Paulo, deitado num chão gelado do quarto. Agora é uma época de decisões e se tem uma coisa que eu gosto é escrever, e é isso que eu vou fazer. E depois? Ninguém sabe. Não cabe a nós fazer nosso próprio destino. Estou ouvindo música e escuto um trem chegando próximo a minha janela. E o que está acontecendo aí? Não me responda! Responda para você! Eu sou apenas uma publicação. Tudo o que você está vendo e verá aqui no blog é apenas o que aconteceu um dia, mas agora quando você estiver lendo, vai existir novamente. Porque eras são pensamentos, e pensamentos são... bonitos, e o que é bonito vale a pena ser lembrado. Até virar pó um dia. Até lá!

Achado achado.    Um dia desses estava num sebo perto de um museu de arte da cidade muito distraído. Estava no chão sentado perto de uma ...

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